Um economista termina com a namorada


Uma aplicação prática – e hilária – da maximização de utilidade. Tive que traduzir alguns trechos:

Os cálculos são bastante simples. Neste ponto da minha vida, o custo de oportunidade de sair com você é bastante elevado. Sexo com você me concede 17 unidades de prazer, mas eu derivo unidades negativas de prazer com a conchinha que vem logo depois […] eu também perco unidades de prazer quando você faz essa coisa estranha com as mãos que você acha que é algo carinhoso, mas parece que você está me arranhando […] enquanto isso, eu poderia estar fazendo muitas outras coisas em vez de gastar tempo com você. Por exemplo, eu poderia estar bebendo no bar irlandês com um grupo de amigos do trabalho. Eu derivo entre 20 e 28 unidades de prazer dando em cima de mulheres bêbadas e safadas no bar. […] no entanto, a maioria dessas mulheres não ri das minhas piadas, o que impulsiona para baixo as unidades de prazer adquiridas. Assim, eu consigo obter entre 14 e 21 unidades de prazer em uma noite no bar. [….] como todos os seres humanos, sei que sou falível e, já que tenho uma tendência natural para descontar indevidamente o futuro, fiz questão de determinar com precisão o valor presente dos custos e benefícios. Mas, mesmo considerando os retornos marginais decrescentes de dar em cima das mulheres bêbadas e safadas supracitadas, os números simplesmente não querem que fiquemos juntos.

Via Mankiw.

Títulos melhores para livros


Acabei de ver o blog Better Book Titles e tinha de compartilhar.

Alguns destaques:

– Richard Dawkins cites his other writing (Richard Dawkins: The God Delusion)

– Teen sex is ok if one of them has cancer (Nicholas Sparks: A Walk to Remember)

– Rent was too damn high (Dostoievski: Crime and Punishment)

– Children should be traumatized (Grimm’s Fairy Tales)

– I read the first page and gave up (James Joyce: Finnegan’s Wake)

Update: Não deixe de conferir o top 10 do autor.

PS: procrastinadores deveriam ficar longe deste blog!

Dica da McCloskey.