Statistics – Emir Sader Style


Aparentemente Emir Sader não estudou amostragem estatística.

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Note que a DataFolha não precisa estar certa para o Emir estar errado. Pois se, por acaso, a pesquisa não reflete satisfatoriamente a população, certamente não será por causa do tamanho amostral (2884 pessoas)!

Semelhantes: Statistics – Fox Style , Statistics – Gobo News Style e Statistics – Venezuela Style.

 Dica do Guilherme Duarte via Radamés Marques.

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11 pensamentos sobre “Statistics – Emir Sader Style

  1. Grande Carlos. Amir Sader está errado. E que conveniente este comentário vir agora que o PT está caindo nas pesquisas… Mas a pesquisa do Datafolha e as demais pesquisas eleitorais feitas no Brasil são por cotas, o que não segue os preceitos amostragem… abs

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  2. Caro Desenvolvedor
    Quanto ao Blog, me reservo a alteridade de “ter inveja” pelo seu profissionalismo.
    Quanto à questão da análise de dados de pesquisa, reservo-me o “direito à diferença”. Não só pelo respeito e reconhecimento que tenho em Emir Sader, mas principalmente, porque pesquisa de intenção de votos depende de paradigmas exógenos e endógenos e, na maioria das vezes, ela não pode explicar seu axioma externo.
    Um grande abraço e parabéns.

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    • Caro Nilson,

      estude Probabilidade, Inferência e Amostragem. Você irá mudar de ideia depois que fizer isso, certamente.

      Você comentou sobre algo que não conhece. Te proponho um experimento que vai te fazer entender um pouco melhor:

      – Jogue uma moeda 2884 vezes e calcule a proporção de caras e coroas que você obteve. Depois jogue mais 2884 e verifique se a proporção mudou muito. Você irá notar que não precisa jogar “140 milhões” de vezes. O valor converge para o verdadeiro muito antes.

      Se houver erro o problema não é do tamanho amostral como bem comentou o Carlos. O problema decorreria da maneira como a amostra foi selecionada.

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      • Caro Fernando
        Agradeço a sugestão em estudar “probabilidade, inferência e amostragem”. Penso, somente, que Pessoas, Cidadãos e Homens indistintos, sujeitam-se a axiomas da condição de existência humana e, nessa qualidade as ciências exatas não podem explicar a mente humana e sua capacidade em assimilar o devir das “multiplicidades contínuas” (Deleuze). Faça uma reflexão sobre o alcance da matemática, como propõe o “Paradoxo de Godel” (Kurt Godel), não para “mudar de idéia”, mas para perceber que as capacidades de escolhas dos homens indistintos (conscientes ou alienados) estão adstritas a postulados internos e externos – diferentemente da matemática, cujos axiomas são externos.
        Fraternal e respeitosamente,

        nilsonbnunes.blogspot.com.br

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