Livros em promoção (Kindle): Big Data e Manual de sobrevivência na universidade


Três livros sobre Big Data, da O’Reilly, estão gratuitos na versão Kindle:

Disruptive Possibilities: How Big Data Changes Everything;

Big Data Now: 2012 Edition;

Real-Time Big Data Analytics: Emerging Architecture.

Obviamente, ainda não tive tempo de ler, mas mesmo assim não poderia deixar de divulgar e já baixei para conferir.

E o livro do Leo Monastério, Manual de sobrevivência na universidade: da graduação ao pós-doutorado, também se encontra, por tempo limitado, gratuito na versão Kindle!

Agora parece ser uma boa hora para comprar seu Kindle no Brasil (até 12/06)


Em janeiro escrevi um post explicando por que, se você gosta de ler, você deveria comprar um e-reader.  Agora fiquei sabendo de uma promoção da Amazon Brasil, com um desconto de R$100 no Kindle 4, saindo por R$199,00, mas a princípio somente até o dia 12/06/2013. Se por algum motivo você estava adiando a compra, esta parece uma excelente oportunidade.

PS: não ganho nada com a propaganda do Kindle, você também pode olhar o Kobo da Cultura. Mas por R$199,00 o Kindle, que é um excelente e-reader, também é, agora, o mais barato em venda no Brasil. Vamos torcer para que isto incite uma guerra de preços e para que estas reduções sejam permanentes.

Comunidades tribais são mais violentas? O quão próxima é a distribuição normal? O papel do BNDES.


Alguns links aleatórios.

1) Não existe má publicidade 2 (o primeiro foi com relação ao livro do Sandel). Recém publicado livro do Jared Diamond (The World Until Yesterday: What Can We Learn from Traditional Societies?) parece ter provocado a ira (aqui e aqui) de grupos defensores das comunidades tribais. Resultado: comprei a versão para Kindle.

(Via Marginal Revolution)

2) Seguem alguns posts do Larry Wasserman que queria compartilhar há algum tempo, mas havia procrastinado:

Review do livro de Nassim Taleb, Antifragile: Things That Gain from Disorder, apenas lido pela metade (because only sissy fragilistas finish a book before reviewing it);

– Sobre bootstrapping I e II;

– Sobre teoremas de upper-bound para erros de aproximação pela curva normal (vale conferir uma sugestão que surgiu nos comentários do post, um texto histórico, bacana, sobre robustez do Stigler).

3) Sobre o papel do BNDES. Artigo de Maurício Canêdo Pinheiro, no Estadão, bota em xeque a efetividade da instituição. Como suporte, menciona o working paper do Lazzarini (What Do Development Banks Do? Evidence from Brazil, 2002-2009). Lembro-me de terem comentado bastante sobre esse artigo na última Anpec, e tenho de confessar que as conclusões do paper são bastante alinhadas com minhas crenças e intuições a priori. A despeito disso, com base em uma passada de olho, fiquei na dúvida se os dados apresentados corroboram conclusões fortes. Para não falar mais sem ler com o devido cuidado, isso fica para outro dia.

Se você gosta de ler, compre um e-reader.


Para quem já é proprietário de um e-reader, com e-ink (Kindle, Kobo, Nook), este post é dispensável – provavelmente você já acha o seu leitor eletrônico fantástico.

Mas, para o amante da leitura que, como eu, possuía um tablet (seja iPad, Galaxy Tab ou até o Kindle Fire) e acessava seus e-books por meio de aplicativos, peço que preste atenção. E que, ao final do post, se convença de comprar o quanto antes um e-reader.

É bem provável que você já tenha pensado nisso, mas que esteja postergando esta compra; afinal, você já tem acesso à Amazon, ao Google Books e à iBookStore por meio de um aplicativo no seu tablet, celular ou computador. Mais ainda, é bem provável que você ache cansativo ler livros digitais e que você ainda prefira, de longe e sem qualquer discussão, ler os livros impressos.

Eu também pensava assim… até chegar o Kindle 4. É simplesmente fantástico. É igual a um papel. A bateria dura quase um mês. É mais leve do que um livro de bolso; inclusive cabe no bolso da jaqueta, do blazer, e, às vezes, até da bermuda ou da calça. Você pode ler sob a luz do sol na praia, na piscina, no parque da sua cidade…

Para ficção, negócios e história, principalmente de consumo geral, dificilmente você comprará livros impressos novamente. A formatação e o prazer de ler em ambos os suportes são quase iguais, mas com a diferença de que livros impressos se acumulam e ocupam espaço, envelhecem, amarelam, mofam, pesam. Sim, falta o cheiro do livro. Mas o mundo é feito de trade-offs (e, por mais que você acredite que tenha uma preferência lexicográfica com “cheiro de livro” como variável indispensável, sugiro que ainda assim experimente).

Para o economista há uma ressalva com relação a livros técnicos, pois a formatação de equações e gráficos ainda não é a melhor do mundo. Entretanto, acredito ser questão de tempo para que isso se resolva e, mesmo com formatação a desejar, há casos em que a praticidade ainda compensa bastante. Também há restrições com relação a PDF’s de artigos acadêmicos e neste caso ainda não há solução… o mundo não é perfeito.

Resumindo: com o e-reader você vai aumentar o seu consumo de leitura em quantidade e qualidade. Hoje, já é fácil comprar e acessar qualquer livro digital pelo tablet, celular ou computador. Mas não é confortável, por causa do bombardeio de luz das telas de LCD, LED, SuperAmoled, Retina etc. Com o e-reader você vai ler por horas a fio e esquecer do suporte pelo qual ocorre a leitura. Ele some da sua mão, restando apenas o mais importante – o conteúdo. Tal como um livro deve ser.

Disclaimer: este post pode estar sujeito ao deslumbramento natural na aquisição de um produto novo. Para amenizar este viés, aguardei quase um mês para escrevê-lo. De qualquer forma, não me responsabilizo por qualquer decisão de consumo com base na opinião acima.