Sete mitos sobre a economia brasileira


Por Drunkeynesian.

Estatística no Google


Jeff Leek do Simply Statistics trouxe uma entrevista bacana com Nick Chamandy, um estatístico do Google.

Destaque para a parte em que ele diz que, na maioria dos casos, o estatístico que trabalha no Google não é somente responsável por fazer as análises, mas também por coletar e tratar os dados brutos.

In the vast majority of cases, the statistician pulls his or her own data — this is an important part of the Google statistician culture. It is not purely a question of self-sufficiency. There is a strong belief that without becoming intimate with the raw data structure, and the many considerations involved in filtering, cleaning, and aggregating the data, the statistician can never truly hope to have a complete understanding of the data. For massive and complex data, there are sometimes as many subtleties in whittling down to the right data set as there are in choosing or implementing the right analysis procedure

Esta é uma reflexão importante, principalmente para os (macro)economistas, que dependem em grande medida de dados de terceiros e podem acabar não tendo intimidade com a produção dos dados e o grau de acurácia das medidas.

PS.: o Google realmente parece ser a empresa dos sonhos para quem quer conciliar teoria e prática. Além da entrevista acima, veja Hal Varian aplicando teoria dos jogos na prática aqui.

Comunidades tribais são mais violentas? O quão próxima é a distribuição normal? O papel do BNDES.


Alguns links aleatórios.

1) Não existe má publicidade 2 (o primeiro foi com relação ao livro do Sandel). Recém publicado livro do Jared Diamond (The World Until Yesterday: What Can We Learn from Traditional Societies?) parece ter provocado a ira (aqui e aqui) de grupos defensores das comunidades tribais. Resultado: comprei a versão para Kindle.

(Via Marginal Revolution)

2) Seguem alguns posts do Larry Wasserman que queria compartilhar há algum tempo, mas havia procrastinado:

Review do livro de Nassim Taleb, Antifragile: Things That Gain from Disorder, apenas lido pela metade (because only sissy fragilistas finish a book before reviewing it);

– Sobre bootstrapping I e II;

– Sobre teoremas de upper-bound para erros de aproximação pela curva normal (vale conferir uma sugestão que surgiu nos comentários do post, um texto histórico, bacana, sobre robustez do Stigler).

3) Sobre o papel do BNDES. Artigo de Maurício Canêdo Pinheiro, no Estadão, bota em xeque a efetividade da instituição. Como suporte, menciona o working paper do Lazzarini (What Do Development Banks Do? Evidence from Brazil, 2002-2009). Lembro-me de terem comentado bastante sobre esse artigo na última Anpec, e tenho de confessar que as conclusões do paper são bastante alinhadas com minhas crenças e intuições a priori. A despeito disso, com base em uma passada de olho, fiquei na dúvida se os dados apresentados corroboram conclusões fortes. Para não falar mais sem ler com o devido cuidado, isso fica para outro dia.

100 anos de Milton Friedman


Hoje Milton Friedman faria 100 anos. Vale à pena tirar um momento para alguns dos diversos vídeos elencados no canal Free to Choose e ver um dos mais argutos economistas em ação. Deixo abaixo dois do Tyranny of Status Quo:

Memes para economistas


Sim, alguém perdeu tempo procrastinou criando isso.

Meu favorito Alguns favoritos:

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Via Marginal Revolution.

Aplicativos para economistas


Vi no blog do Renato Colistete uma lista de aplicativos de fontes de dados para iPhone e iPad que não sabia estarem disponíveis e merecem ser compartilhados.

Além desses, ressalto que, para mim, o dropbox juntamente com um bom leitor/editor de pdf, como o Pdf Expert (que eu uso) ou Good Reader (que muita gente usa), se mostraram as ferramentas mais práticas que experimentei para ler artigos –  não tenho ideia de quantas árvores já poupei com isso.

Outro lance legal, mas que ainda não tive tempo de experimentar, é o Prezi, que se propõe sair da mesmisse das apresentações de Power-Point e também tem versão disponível para apresentar pelo iPad.

Tu não deves cometer falácias lógicas


Site interessante, com ilustrações simples de 24 falácias lógicas.