Richard Feynman e cheiro de livro


Para quem tem algo muito importante para fazer agora, mas quer procrastinar, seguem duas leituras:

Moral Hazard voltou, e compartilhou um excelente e provocante comentário de Richard Feynman sobre a educação brasileira (PDF direto aqui). Penso eu que ainda há muito disso, infelizmente.

Há pouco tempo havia recomendado a compra de um e-reader, com a ressalva de que não há o cheiro do livro. Não tem jeito, para aqueles viciados em cheirar livros, o e-reader simplesmente não funciona: “[…] and now, as an adult, I love nothing more than curling up with a good book, closing my eyes, breathing in through my nostrils, keeping my eyes closed and not reading yet continuing to draw in oxygen for hours, and, thanks to my fetishized olfactory associations for printed and bound matter, becoming sexually aroused […] One of the most erotic experiences of my life remains book-sniffing, in a Bangkok hotel room, by myself, the Dutch translation of Crime and Punishment while rolling around on a bed of loose pages from Gravity’s Rainbow.”

2.991 co-autores***.


Você já viu um artigo com tantos co-autores? 

Via Ciência Brasil (apud Moral Hazard).

PS: não julgo o fato nem como bom, nem como ruim. Não estava nos bastidores da pesquisa para julgar.

*** são 2.991 se a função “texto para colunas” do excel tiver separado corretamente. Obviamente que não conferi, deixo para o cético o exercício de checagem.